Só em Algés, o pequeno comércio terá perdido cerca de 500 postos de trabalho, num universo de pouco mais de 300 empresas

O Sector das Micro, Pequenas e Médias Empresas do PCP de Oeiras iniciou, em Paço de Arcos, a campanha de contactos com o comércio local. Esta campanha que visa a recolha de testemunhos sobre a situação do comércio e a divulgação do documento “Não ao declínio nacional! – Soluções para o País” irá prolongar-se para a próxima semana. Entre o dia 4 e o passado sábado, foram percorridas as ruas com maior densidade de comércio em Paço de Arcos, Oeiras, Carnaxide, Algés e Porto Salvo e, se há situações que reflectem a especificidade daquelas freguesias, há uma afirmação comum e transversal a todas as vilas que percorremos no concelho de Oeiras.

Afirmação que é manifestada com repulsa: é uma mentira, uma manipulação da opinião, dizer-se que a situação tem vindo a melhorar. No âmbito destes contactos, ouvimos o Presidente da ACECOA – Associação Comercial e Empresarial dos Concelhos de Oeiras e Amadora, que nos deu o quadro claro do sector: “Só em Algés, o pequeno comércio terá perdido cerca de 500 postos de trabalho, num universo de pouco mais de 300 empresas.” Na troca de impressões com a ACECOA, participaram também os eleitos locais da CDU a fim de ouvir aquela Associação sobre questões cuja resolução poderá passar pela intervenção da Câmara Municipal de Oeiras designadamente as que se prendem com os impactos da requalificação do mercado de Algés, com o trânsito e com o estacionamento.

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