Uma jovem mãe, viúva, e os seus dois filhos foram despejados de uma habitação municipal. A CML e a GEBALIS foram expeditas a despejar. Mas onde está a mesma rapidez para encontrar uma solução habitacional para esta família?
Se há vontade política, há soluções.
A Câmara Municipal de Lisboa tem de identificar os seus fogos devolutos, avaliar o que precisa de reabilitação e colocá-los ao serviço de quem precisa de uma casa.
Não aceitamos que o despejo seja a resposta mais rápida, enquanto a resposta à emergência habitacional continua a chegar tarde — ou não chega de todo.
Casas vazias devem ser recuperadas. Terrenos públicos devem servir o interesse público e não mais especulação. E nenhuma família deve ser deixada para trás.