As famílias portuguesas não se chamam todas Soares dos Santos, Azevedo e Amorim

Na Assembleia Municipal de Lisboa ouvimos palavras bonitas sobre o Dia Internacional da Família e propostas temporárias para aliviar o brutal aumento do custo de vida. Mas não basta saudar as famílias enquanto se mantêm políticas que lhes retiram condições de vida todos os dias.

As famílias trabalhadoras em Portugal enfrentam salários baixos, rendas incomportáveis, prestações a subir, serviços públicos fragilizados enquanto se protegem os lucros milionários dos grandes grupos económicos. Os que hoje falam em “apoio às famílias” são os mesmos que têm responsabilidades nestas escolhas políticas.

O PCP não embarca em operações de desresponsabilização. Apontamos o dedo a quem tem promovido políticas ao serviço dos lucros e não de quem trabalha.

Defender as famílias é garantir salários dignos, habitação, serviços públicos e direitos.