A Hasta Pública dos 10 terrenos municipais com uma capacidade edificatória de 500 fogos habitacionais, a concretizar-se, constitui, do ponto de vista urbano, habitacional e social, um grosseiro ato de gestão danosa do património municipal.
Aprovada pela coligação PSD-CDS-IL, na reunião de CML de 08 de julho de 2026, decisão que contou com a aprovação dos dois vereadores eleitos pelo Chega, transfere o que é solo municipal para a propriedade dos agentes económicos que têm promovido o processo especulativo que tem elevado os níveis de inacessibilidade de habitação na cidade de Lisboa. A hasta-pública é, assim, uma decisão política contra a cidade e contra uma política urbana para uma cidade justa.
O vereador do PCP apresentou uma proposta, para travar a Hasta Pública, de modo a corrigir um ato de gestão danosa, infelizmente Carlos Moedas, PSD, CDS, IL e Chega, não aceitaram discutir e votar a proposta.