O PCP dirigiu um requerimento ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, para denunciar o corte nos direitos dos trabalhadores das empresas de segurança que prestam serviços à autarquia.
A situação agravou-se com a mudança de empresa. A COPS, que substituiu a ND Segur, já informou que não vai pagar o subsídio de férias que os trabalhadores tinham direito a receber.
Como resultado, 87 vigilantes ao serviço do Município estão com salários em atraso e sem os devidos subsídios. A Câmara de Lisboa não pode fechar os olhos. Para o PCP, a postura do executivo é inaceitável. A autarquia tem a obrigação de garantir que quem trabalha para a cidade recebe o seu salário e não pode permitir que estas empresas continuem em situação ilegal.
No requerimento enviado, o PCP exige saber:
- Se o Presidente Carlos Moedas sabe o que se está a passar com estes trabalhadores.
- Se a Câmara está disposta a pagar já o dinheiro em atraso aos 87 vigilantes, cobrando depois esse valor aos empresários responsáveis