Decorrido este tempo após um dos mais trágicos acidentes registados na cidade de Lisboa envolvendo uma das suas emblemáticas infraestruturas de mobilidade – o Elevador da Glória – impõe-se a prestação de contas por parte de Carlos Moedas sobre vários aspetos da evolução da resolução de questões que resultaram do acidente.
Na manhã do dia 8 de setembro, por sugestão dos Vereadores do PCP, a CML reuniu em sessão extraordinária da qual resultou a aprovação de quatro propostas com um largo conjunto de medidas visando uma adequada resposta da CML e de outras entidades públicas, nomeadamente, no apoio às famílias das vítimas, aos feridos e às famílias dos feridos, bem como na avaliação estrutural das causas do acidente, designadamente, no que se refere ao modelo de gestão dos serviços de manutenção e de segurança de operação dos elevadores.
PERGUNTAMOS:
- O que foi feito e está a ser feito para responder às necessidades dos feridos, das suas famílias e das famílias das vítimas?
- Quais são os resultados dos trabalhos de avaliação e de auditorias técnicas realizadas quer pela CARRIS, quer, também, pela Comissão de Avaliação, criada por iniciativa da CML, integrando LNEC, Instituto Superior Técnico (IST) e Ordem de Engenheiros (OE)?
- Quais são os resultados dos trabalhos desenvolvidos pela Estrutura de Missão, integrando o LNEC, o IST e a OE?
- Que são os resultados da avaliação do modelo de gestão dos serviços de manutenção e de segurança dos elevadores da CARRIS? Que medidas formam tomadas no sentido de reforçar os mecanismos internos de manutenção e segurança dos elevadores?
- Para quando se prevê a instalação do novo Elevador da Glória e dos restantes elevadores da Cidade cujo funcionamento foi suspenso após o acidente?
- Que tipo de diálogo tem a empresa mantido com as estruturas representativas dos trabalhadores no âmbito do desenvolvimento das ações desencadeadas na sequência do acidente de 3 de setembro?
Consulte aqui o requerimento:


